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Rochas




Paralelepípedo,
identificado do pelo aspecto urbano,
ríspido e pouco calorífico,
não tanto como seu vizinho
asfalto.
Se nega ter um formato específico,
contudo sempre foi de ser um tetraedro.
Simples como a rima que termina sempre neste CírcO.


Mármore,
sempre ramificado como uma árvore,
nunca transmitido a peça chave,
sempre frívolo
todavia nos envolta numa tranqüilidade.
Ah! Como ele faz um equinócio,
e um pouco de riqueza,
para nossa liberdade.
Se nega ser viscoso e jocoso,
sempre poderoso e vitalício,
como o vício do convívio.


Pedra pomes,
sempre foi de ser asco,
leviana;
sempre flutuando perante a água.
Expelido com ardor
nunca foi de ser cristalina,
e sim como uma rude rocha ígnea.
Sua utilidade:

Esfolar os pés!


Não sei por que todos têm cisma
sobre o ouro,
a prata sempre foi meu consolo,
sempre apóia meu colo
e seu entorno
me anima na hora do almoço,
talheres transmutados em compassos
para majestosos.


Rochas,
para nossas vidas espaçosas,
podem não ser pedregulhos
que incomodam
e que são impetuosos.
Às vezes
nos trazem grandes dizeres.

Comentários

Unknown disse…
hermano, que viagem foi essa? me pareceu ateh um geologo!
huahuahuhuahuhau
e essa foto da sua viagem?!
bjs

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