dimanche, octobre 18, 2009

La perte du lyrisme

Hier soir j'étais en train de parler à une amie à moi, elle m'a dit qu'elle a commencé à écrire sur un blog... et soudainement, j'ai pensé, il y a longtemps que je n'a pas de idées et des mots, pour glisser sur les créations des paroles! Peut-être c'est à cause de la vie amène, sans grandes émotions, sans tristesse, sans la joie de vivre, c'est-à-dire que c'est une vie appliquée au quotidien... Aujourd'hui j'ai dépensé toute la journée en étudiant et pour organiser des choses et quelqu'un m'a dit que l'avenir sera comme ça.

Pauvre de l'homme qui n'a pas d'espace pour le lyrisme.

mardi, octobre 06, 2009

Um idioma que nos traz lembranças




Certifiquei-me que não
Necessito do português;
Palavras, ecoam no vão
Da ingênua rotatividade.

Como o deleitoso sussurro
Que fiz uma certa vez e
Assim apaixonadamente
Direi a outrem, extasiado.

“Oh darling” novos sons
Não refluem a antiquados
Poemas que já foram ditos.

lundi, septembre 07, 2009

Aeroportos




  • Terminal aéreo, posso assim classificá-lo? Ou ditando popularmente de aeroporto; ah acabo de deixá-lo, pegando o ônibus conexão, “Aeroporto Belo Horizonte – Confins. Conexão, esta palavra me traz boas idéias, conexões de transporte, de imagens, tempos e situações que acabam deixando marcas, tal como a saudade. Familiares se abraçam sussurrando o adeus temporário e outros festejam a chegada de seus entes, e os sozinhos refletem no seu caminho e no seu destino.

  • Não sei o porquê os Aeroportos tornaram-se mais tocantes no quesito de lembranças, se eu fosse comparar com as rodoviárias. Estou certo que nestes estive bem mais freqüente, dado que estou estudando há cinco anos fora. Porém a cada palavra que eu escrevo, neste pequeno texto, venho buscando fragmentos para esta pequena dúvida.

  • Nostalgiante seja averiguar minha cidade em pleno vôo, com um olhar poderia abraçar aquela imagem pequena, como uma diminuta maquete arquitetônica, de onde se passa ou se passaram risos, abraços de amigos que não recaem em esquecimentos em minha lembrança.

  • Ah Vitória como você me tocou no momento em que lhe vi do alto, tanto na ida como na partida, seu contorno azul me trouxe a paz, a serena tranqüilidade de recordar... Este adorno costeiro me fez lembrar de tantos momentos de calma e reflexões em que ao seu leito estive com um amigo a discutir e correr para fazermos exercícios... Ah como essas conversas faziam-nos argumentar de assuntos que nos incomodavam, de acontecimentos, de alguns amores e tão como assuntos sobre a faculdade, meu maior pecado foi deixar este recinto de lado, falar sobre ele era sempre, mas sempre de maneira secundária.

  • Vejo que me desvirtuei um pouco ao tentar em me explicar porque o aeroporto se tornou tão aprazível, e numa pequena parcela disto me devaneei numa meditação de um querido lugarejo. Esta é uma lembrança entre outras, tal como o encontro de pessoas que com certeza se sabe que não poderão mais encontrá-las, destas me lembro de três alemães simpáticos no Charles de Gaulle, e de uma peruana no Galeão, que me fez render um bom papo sobre livros e sobre a musica latino-americana, não por minha parte e sim estava totalmente a escuta das dicas dela. “Que leres?” Acho que foi assim que a gente se conheceu, e achei tão singelo o jeito que ela me perguntou ao comer algo, o que se significava peru, pensando talvez se o prato de comida dela se fazia de alguma forma referencia ao seu país.

  • Estes terminais me fazem lembrar também de alguns fatos inusitados, tal como o dia em que me perdi no “Charles de Gaulle” e no dia em que vi argentinos chegando a Belo Horizonte para ver um jogo da final da libertadores e quando estive no aeroporto da cidade de Lima, no Peru, eu e um amigo, tivemos que acudir meu pai que pisou em falso num buraco no estacionamento, torcendo o seu tornozelo.

  • Há também lembranças que já caíram no esquecimento, devida a pouca idade, mas é lembrada pelos pais, me afirmaram que depois de ter passado alguns anos no Canadá soltei algumas frases como: “Perdi meu casa”, “Perdi meu pillow” e reclamei também, não lembro como, sobre o esquecimento do meu chapéu de bombeiro que tanto gostava.
  • Termino este texto com minha chegada em Belo Horizonte, especificamente na Rua Alvarez Cabral, depois de ter deixado o terminal de Confins. Distâncias, locomoções e agradáveis contatos trazem saudades e enriquecem nossas lembranças, espero assim semeá-las cada vez mais!

mardi, août 04, 2009

Tateamento




Roguei pelo apalpamento
de uma ardorosa mão,
devaneei, saboreei em vão.
Ah como tudo é efêmero.

Palpear é como se adornar
com luvas; retoca-se a pele
com pitadas de veludo e sebe,
e avança-se sentido a rosa
chamar]









samedi, juin 20, 2009

Descanso no parque




Le soleil transmit la joie, sur la face des personnes que sourient, tout cela qu'on rêve. J'ai besoin de parler, avec mon âme, elle hésite sur mes souvenirs que me dérange. Ciel bleu au parc, les regards de mon séjour, l'espérance est toujours un tableau d'art. On apprécie le paisage; le bateau sur le lac, les personnes qui promènent ou font du jogging, les enfants que s'amusent et quand même les amoureux qui dessinent mes regards sur mes yeux, un art enchanté devant moi, c'est sûr.
L'art d'un regard, mais il est essentiel et comme je l'apprécie, cela m'a fait oublier du passé et quand même du future, je dirais vraiment que je suis un vivant sans souvenirs.


Raios solares retocam
traços que nos figuram
e que operam como uma arte.
Enlevo-me sobre pensamentos
e o entendimento de um lugar.

A reflexão espiritual,
é uma dádiva reflexiva.
Observando o meio
e o povo tranqüilo,
andando sobre o
parque, atitude compreensiva.

Agora eu compreendo,
que anseio de um deleito
matinal. Aprecia-se
os sons evocados e
a paisagem que entorpece
o carisma regional.

Assim esqueço do passado,
Renego-me às memórias
e me remexo no esquecimento
exacerbado].

dimanche, juin 14, 2009

Não se ouve



Nada se ouve,
nada se enxerga,
minha fada
se renega
da magia que me
comoveu.

A Dama se esquiva,
lutou esgrima,
assim me machucou
e o amor se figurou tênue.
Florete, sabre e espada!
Antebraço prateado
que me empurrou
para sua margem,
leito humano...
riacho ondulado!

O pior rasgo é o seu
silêncio; como gostaria
de ler suas palavras.
Porém só as minhas eu leio,
leio, leio e ecôo sem resposta
no seu permeio e assim as
releio...

Ribeirão transparente,
enxergo rochas ao fundo,
refletem na minha face,
contudo o fluxo é mudo.

Falta-me a valsa,
me falta a sua voz.
Sereia, ser algoz,
te espero com palavras.

lundi, juin 08, 2009

Salut






Salut, ça c'est ce qu'elle
m'a dit, après
la situation du hasard.
Je supplie pour l'air
que vous m'avez
donné, malgré les affaires
du présent, quelle étrange nostalgie
du néant.

Je ne suis pas accord
pour la distance.
À la recherche du trésor !
C’est comme ça, quel ange !

Ange qui m'a aperçu,
parfois elle me semble
comme une simple
citoyenne qui n'est pas revenu
de son paradis.


Son visage brun,
ajoute sa faiblesse du pêcher,
mais l'autre moitié est douce
et légère comme les fleurs.
J'ai besoin de sa précieuse odeur,
ah fleur d'or !
Vous n'avez pas entendu
que je nécessite son trésor.

Moi ? Quelle personne
qui est tel un inconnu
pour toi, c'est une dommage,
mais je rêve de son visage.

Desculpe por tudo.