samedi, juin 20, 2009

Descanso no parque




Le soleil transmit la joie, sur la face des personnes que sourient, tout cela qu'on rêve. J'ai besoin de parler, avec mon âme, elle hésite sur mes souvenirs que me dérange. Ciel bleu au parc, les regards de mon séjour, l'espérance est toujours un tableau d'art. On apprécie le paisage; le bateau sur le lac, les personnes qui promènent ou font du jogging, les enfants que s'amusent et quand même les amoureux qui dessinent mes regards sur mes yeux, un art enchanté devant moi, c'est sûr.
L'art d'un regard, mais il est essentiel et comme je l'apprécie, cela m'a fait oublier du passé et quand même du future, je dirais vraiment que je suis un vivant sans souvenirs.


Raios solares retocam
traços que nos figuram
e que operam como uma arte.
Enlevo-me sobre pensamentos
e o entendimento de um lugar.

A reflexão espiritual,
é uma dádiva reflexiva.
Observando o meio
e o povo tranqüilo,
andando sobre o
parque, atitude compreensiva.

Agora eu compreendo,
que anseio de um deleito
matinal. Aprecia-se
os sons evocados e
a paisagem que entorpece
o carisma regional.

Assim esqueço do passado,
Renego-me às memórias
e me remexo no esquecimento
exacerbado].

dimanche, juin 14, 2009

Não se ouve



Nada se ouve,
nada se enxerga,
minha fada
se renega
da magia que me
comoveu.

A Dama se esquiva,
lutou esgrima,
assim me machucou
e o amor se figurou tênue.
Florete, sabre e espada!
Antebraço prateado
que me empurrou
para sua margem,
leito humano...
riacho ondulado!

O pior rasgo é o seu
silêncio; como gostaria
de ler suas palavras.
Porém só as minhas eu leio,
leio, leio e ecôo sem resposta
no seu permeio e assim as
releio...

Ribeirão transparente,
enxergo rochas ao fundo,
refletem na minha face,
contudo o fluxo é mudo.

Falta-me a valsa,
me falta a sua voz.
Sereia, ser algoz,
te espero com palavras.

lundi, juin 08, 2009

Salut






Salut, ça c'est ce qu'elle
m'a dit, après
la situation du hasard.
Je supplie pour l'air
que vous m'avez
donné, malgré les affaires
du présent, quelle étrange nostalgie
du néant.

Je ne suis pas accord
pour la distance.
À la recherche du trésor !
C’est comme ça, quel ange !

Ange qui m'a aperçu,
parfois elle me semble
comme une simple
citoyenne qui n'est pas revenu
de son paradis.


Son visage brun,
ajoute sa faiblesse du pêcher,
mais l'autre moitié est douce
et légère comme les fleurs.
J'ai besoin de sa précieuse odeur,
ah fleur d'or !
Vous n'avez pas entendu
que je nécessite son trésor.

Moi ? Quelle personne
qui est tel un inconnu
pour toi, c'est une dommage,
mais je rêve de son visage.

Desculpe por tudo.

lundi, mars 16, 2009

Chove, chove!



O céu noturno que chora,
atmosfera que reluz
com a sua metafórica
surdez! Estrondo que seduz!

Enternece as vias urbanas,
o amarelo e o vermelho,
enaltece o lento transito,
devagar como as gotas
que deslizam e cativam.

Pingos que vieram
de suor dos céus!
Não se opuseram
ao choro derramado
sob o relvado gramando,
ah seiva dos réus!
Me traga para o seu
véu]

Chove, chove, chove;
meu cabelo untado,
minha calça molhada...
minha espera sagrada,
sob a fachada saliente,
como tudo é valido!

Corro, sobre as faixas
de travessias com
o sinal verde, para
a frutífera estrada
do meu lar, calçadas
vazias no meio e repletas
de pessoas em seu limiar!

Da janela vejo... o nosso
banho que continua
a limpar nossos anseios
emocionais e teatrais.

Chora, chora, chora,
limpa, limpa, limpa...
Asseada maneira
de carisma.


lundi, février 16, 2009

La p'tite étoile

Eis a avidez inerente
à conjectura teatral
de um corpo astral:
big bang aderente.

Figuração estrelar,
ah vil planetóide
que és meu lar.

No perdido espaço
jaz a anã branca.
Porque ainda
canta? Oh descaso!

Afirmo, me faltas.
O universo infinito
e expansivo versa
o sonho perdido.

Resolutamente separados
pelo soturno limiar!
Nauseante é o vácuo
que só tende a aumentar!

Cante, brilhe, Saliente!
Assim a verei atraente
com meu monóculo,
pois tenho meus olhos.

De anos luz vejo,
sua envoltura,
e seus gracejos,
ternura estrelar.

Lastimo por ser
poeira cósmica
e por não poder
te apreciar. Graças
meu grandioso sol!


Dans mes memoires,
vous êtes comme la lumière.
Tu me rends fou princisse!
Je la regarde, p'tite étoile.

vendredi, janvier 02, 2009

Sweet Solitude




A vida de solteiro,
a espera de um forte
ardor, não solve
meu sangue e o desejo.

A cobiça de estar
cansado e que esteja
alguém a acariciar
ao meu lado, e ardomeça
comigo. Sou um noviço.

Estou a esperar,
que brade ou exalte
o modo de amar,
quero que ressalve...

Que acuda minha fome,
minhas ausências
de significações difames.
Ah maldita abstinência!

Meus olhos não choram
para um, e sim a ninguém.
Olho para os que consintam
o falecimento na moagem.

Ah morte parcial do corpo,
o metabolismo letargico,
frívolo paro o inverno!
Ah hibernação, solidão...

lundi, décembre 01, 2008

Tic Tac...




Tic tac, Tic tac...
Bate o relógio
segue como um praxe.
Não sabe, ou não sabia,
que era irrisório.

Pecado era estaticidade,
estudar nesta vaidade,
para que essa fidelidade?

Livros, cadernos,
compassos para o disparo
do presente inanimado,
e regresso do
pretérito perfeito.
Recai o passado.

Me falta facilidade
com letras.
Assim tentaria
escrever a
possível felicidade,
mas não sou sensato,
me caem cálculos
a serem resolvidos...
exigência na minha idade?

Se tiver a resposta,
me responda.

As férias estão
próximas...
talvez venha a redenção.

Ah cambio idealista!
Sobre seu tato realista,
me recairá suas rimas!

E meses depois?
recairá o futuro
do indicativo,
sina que não se dispôs.

Me falta forças,
para que eu continue,
o poema.

Venha a derradeira
vontade!
para que estude
os desatinados temas.

Tic tac, tic tac...
ponteiros que
brandiram uma
outra vez.
E o dilúvio
tomou-o desta vez.

Tic tac, tic tac...
se acalmou,
estudou e
agora se calou.