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Prazo









  1. Todo atrapalhado, desnorteado e pingando lá estava ele a caminhar; escoltado pela densa multidão, e se lembrava seus rotineiros afazeres que sempre estavam agendando por aquela sucçante quarta feira. Passava a este momento por um protesto em frente à Praça Sete, não deu ouvido e continuou a caminhar, não queria dar ouvidos e nem palpites no caminho ou alguma informação para qualquer pessoa.
  2. -Porque estou andando tão depressa?- pensou, quando se figurou imóvel perante a um sinal vermelho para pedestres, e o sinal verde o fez continuar, porém com mais calma e com mais vontade de seu dia a dia. E resolveu olhar pela imensidão do céu a azul, trazia a todos a sua grandiosa beleza, mas na vida tudo tem seu preço, e por isso o tempo era escaldante, insuportável, era sol a pino, todavia naquele momento não importava, estava no seu momento zen, estava tranqüilo consigo mesmo, como se seu suor fosse a sua purificação.
  3. Não obstante já estava de defronte ao ponto de ônibus, e seguiu a portinhola do 9502 e não esquentou para o mau humor daquele trocador, que tinha uma aparência de um mexicano zangado, por ter que se virar para fazer mágicas para achar um troco para 20 reais, é rotina; tudo há de se acalmar. Naturalmente sentou-se no fundo e seu mp3's se depôs a escutar, ora era Metallica, ora era Beatles ou até Chico Buarque; uma trilha variável, tanto quanto seu plausível sistema de humor. Restavam 20 minutos de descanso no banquinho cinza daquele transporte, logo pensou em sua sina, na sua noite, e na sua cerveja, e na Clara; mas que situação não rara! E aquela atmosfera o envolveu naquele periódico prazo.

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