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La p'tite étoile

Eis a avidez inerente
à conjectura teatral
de um corpo astral:
big bang aderente.

Figuração estrelar,
ah vil planetóide
que és meu lar.

No perdido espaço
jaz a anã branca.
Porque ainda
canta? Oh descaso!

Afirmo, me faltas.
O universo infinito
e expansivo versa
o sonho perdido.

Resolutamente separados
pelo soturno limiar!
Nauseante é o vácuo
que só tende a aumentar!

Cante, brilhe, Saliente!
Assim a verei atraente
com meu monóculo,
pois tenho meus olhos.

De anos luz vejo,
sua envoltura,
e seus gracejos,
ternura estrelar.

Lastimo por ser
poeira cósmica
e por não poder
te apreciar. Graças
meu grandioso sol!


Dans mes memoires,
vous êtes comme la lumière.
Tu me rends fou princisse!
Je la regarde, p'tite étoile.

Comentários

PaRDaLiTa disse…
Eu acho que sempre haverá uma pessoa que fará falta... Digo, a gente nunca se sente muito completo, né? Mas eu acho difícil dizer que há uma pessoa para mim e uma pessoa para você... Enfim, carpe diem ;]

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