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Abominável paradigma da artordoante e agustiante coisa




Estresse, abominável paradigma
da atordoante e angustiante coisa
que nos fustiga. Quando perece
nos extravasa num estrondo como
num raio que brada em todo seu
entorno, em nosso contorno e
em meros alheiooooossssssss.

Que eles se fodam!
Que não sejam parentes,
amigos, ficantes! E adiante?
Escutem mas não se magoem,
se responderem virá o reforço
altivo para os que destoem!
Calúniaa, difamaçãoo,
me lixo como pensam.

Ah dilúvio que me acalma,
e que os embaraçam,
que se calem! Que se pasmem!
Fisguem meu putrificado sermão,
minha fogosa reviravolta
que estava em antemão.
Jocosa é a paciência que não
me verão em mãos,
sentimentalismo me causa
divergência e arrepio.

Não me dilua em qualquer variante,
por favor! Supérfluas e mirabolantes
são suas palavras, não há máscaras,
e nem pó de beleza, nem maquiagem
para o seu rosto, feia é a sua
sua relutância em se explicar,’
e os inocentarem, os moribundos
e os iracundos que se danem!
e repito: Se Danem, se calem,
se pasmem e fisguem meu esterco!
Exatamente desse jocoso jeito,
explicitamente relevando
meu asco conceito.

Amém, reza e bença...
Peguem na minha benga

Comentários

PaRDaLiTa disse…
"Pega na minha benga". Tempos que nao escutava isso... Eu acho que você precisa sair e conhecer gente. De preferencia pessoas que gostem de beber e fazer coisas idiotas do gênero assistir filme tomando sorvete ou jogar baralho no shopping, sei lá. Coisas idiotas mesmo. Tipo o que fiz no sábado (depois eu te conto). É isso. Beijos.

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