Seu nome: João da Silva, era apenas um farrapo de esquina, não se queixava de pão e moradia, e nem de sua enfermidade, pois vivia num país de tanta mediocridade, não estudou e nem uma família constituiu, não se queixava da falta de oportunidades e daquela veracidade, não sabia sua idade e nem sobre a sua filiação, não possuía um RG, mas se dizia cidadão, apenas caminhava pela cidade sem razão. "Senhor você teria um real?" Essas eram suas palavras nos apertos, não tinha um leito e muito menos feitos, apenas um travesseiro, devasso e perfurado, apoiando-se em seus sonhos se transfigurava num ser libidinoso, vaidoso carregando consigo um sabonete, mais tarde acordava contemplando seus cascões. Sua vida não relatava de imprevisões, nem de raras situações, mas era alegre e consente, sentava-se todo dia na praça no almoço, e sem nenhum alvoroço se sentia como uma lebre. Perguntou sobre o jogo, cruzeiro perdeu, isso o entristeceu, como isso o baqueava mais que sua febre e sua fome. ...
Comentários
Adorei!!
Vou sentir saudades amigo!!
Volta logoo!!
Beijoooss primoo!!