Pular para o conteúdo principal

calor





  • Surpreendente, para a situação tudo me faltava em mente... Para o estopim, um grito que ecoou pelos flancos; Seria ele amigável ou hostilizado? Não sei ao certo, uma situação ignóbil extremada ao vazio, encarecida de um pavio.

  • Poderia eu me abster? Não averiguar e talvez não ajudar? Me caiu um sentimentalismo incerto, como se uma mão erguida poderia ocasionar um puxão adverso, afinal dizem para toda força haveria outrem que seria contrariada pelo sentido; porque não estaria comovido?

  • Enquanto estou me contorcendo em dúvidas me falta astúcia, de me transpor e reagir com esta pequena situação. Dizem que a vida é movida por estas reações gerando calor, o mais estranho que para isto precisamos da transparência da água e da forma não volúvel e abstrata do oxigênio, seria estes também um pequeno tempero para um determinado conjunto? Uma relação seria apenas contigua gerada pela sua clareza e por uma parte que nos seria decifrada por pouco a pouco... É bizarro pensar, que isto também gera uma forte queima... Quanto maior a necessidade de combustão mais hidratados seremos, para que não desvirtuemos num pequeno meio inflável . Seria esta situação inflável ? Não sei, meu suor não me deixa pensar.

Comentários

Anônimo disse…
Acho que você conseguiu ilustrar muito bem o que sentimos quando está muito quente...

Postagens mais visitadas deste blog

Moinho

Força de vontade, é que venho demonstrar nessas rasas linhas, para que um post mais inútil? Palavreado tosco e um sujeito que se aparenta quase sempre indeterminado, deformado e ao mesmo tempo mesclado. _Mesclado?_pergunto a mim mesmo. Sim, mixado de idéias , de imagens e de situações, que dispoem a minha pessoa a transgredir, a fixar no meu eu! Um imenso moinho, "c' est moi !", Como a senhorita wikipédia diria (escrevo perante o pc ): "Um moinho é uma instalação destinada à fragmentação ou pulverização de materiais em bruto", material bruto meu caro, cabe a ti transformar essas escórias em pensamentos concretos e na sua reverenda comoção, conquanto transmutam em memórias e sentimentos. Não obstante, volto a citar minha reluta ingratidão de prosseguir com este jogo de conceitos, estou fatigado, a colheita foi desfavorecida pelas condições climáticas, o forte vento e as marés revoltosas foram de desgastar minha mecânica. Agora num ritmo mais lento, me sinto ...

João

Seu nome: João da Silva, era apenas um farrapo de esquina, não se queixava de pão e moradia, e nem de sua enfermidade, pois vivia num país de tanta mediocridade, não estudou e nem uma família constituiu, não se queixava da falta de oportunidades e daquela veracidade, não sabia sua idade e nem sobre a sua filiação, não possuía um RG, mas se dizia cidadão, apenas caminhava pela cidade sem razão. "Senhor você teria um real?" Essas eram suas palavras nos apertos, não tinha um leito e muito menos feitos, apenas um travesseiro, devasso e perfurado, apoiando-se em seus sonhos se transfigurava num ser libidinoso, vaidoso carregando consigo um sabonete, mais tarde acordava contemplando seus cascões. Sua vida não relatava de imprevisões, nem de raras situações, mas era alegre e consente, sentava-se todo dia na praça no almoço, e sem nenhum alvoroço se sentia como uma lebre. Perguntou sobre o jogo, cruzeiro perdeu, isso o entristeceu, como isso o baqueava mais que sua febre e sua fome. ...

Entre nós existe a lua...

Entre nós existe a lua, reluzindo minha face e abrandando um choro de um banjo. Entre nós existe à distância, a solitude noturna e as charnecas soturnas, porém tenho esperanças. Entre nós existe a saudade, pensamentos por fins próprios que margeiam a ingenuidade do amor imenso e inglório. Entre nós existem as cartas, palavras de dizeres fartos que nos alegram e nos despertam dos sonhos que nos carregam. Entre nós existe o passado, tocável somente em líricas com linhas entreabertas... também penso no futuro. Entre nós existe o mito, o fito de um mundo foragido; o torpor me enfraquece em devaneios que te enaltece. Entre nós existe a lua... Entre nós existe a lua... Cheia que versou lágrimas em tua fuga.