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Choro de uma campina




O leve palpar de uma brisa,
que assim me volveu
para terna lagoa do Paranoá.

Asa norte, Asa sul, com estas
asas posei numa terra que
já foi sem dono. Vasta campina,
se sagrou como lar de nômades.

Ah forasteiros! Saíram de suas
terras e aqui ficaram. Minhas
pernas se negam a fixar neste
planalto central, a nossa capital!

Capital do choro como não podia
ser diferente e transcendente!
Uma saudosa estadia que
fez-me lacrimejar de euforia.

Assim deixei Brasília,
no saudoso clube do choro.

Comentários

Priscila Milanez disse…
sua estadia em Brasília rendeu um belo porma, né? Sempre que falam de lá, lembro da música do Sampaio, que em alguns trechos, bem poderia servir pra Vitória.
beijos
virada do tempo disse…
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
virada do tempo disse…
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