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- Um simples descarte, uma cuspidela acompanhada de um valete de ouros, um respaldo a conjectura noturna, um cavalheirismo um tanto que mundano como podemos dizer, um despojo de uma convivência social, apoderando-se às vezes do lixo. Todavia este simples raciocínio é apenas uma pilhéria, um blefe amical...
- Meu deus como sua mão entoa com o lixo e a minha acaba por comprar, contradizendo com seus prazeres de uma mão cheia, sendo assim meu descarte uma troca, enquanto que tu se apoderas de mais figuras carismáticas; mas não me queixo, a sua mudança de estratégia pode me transmutar completamente, é daí que vem o meu riso e sua queixa. Basta lembrar, que tudo citado, pode ser em dupla, cada um defronte ao seu par, supondo o seu entendimento e a sua união matrimonial.
- Não considero isso tudo como um verdadeiro buraco, e sim corpos que burlam e manejam o espaço, colocando cartelas em seu devido lugar.
- Oh meu caro... Porque essa aflição pelo morto? ! Seus dedos sustentam uma tal leveza que propiciam para o desvanecimento das caras, ao contrario da minha pessoa – meu peso, me enraíza, ainda, nos tempos vividos de descarte-. A cada rodada penso no engaste do baralho, algo indizível, talvez pela minha suposição real, como se fosse um rei aplicado aos seus súditos impressos num pedaço de papel retangular.
São cinco horas da manhã, agradeço Romero, Rafael e Leandro pelo jogo; e logicamente, também, o Alessandro, que deu a festinha, sentirei saudades de muitas pessoas quando voltar pra minas.